Tenho histórias que não conto, as que conto e as que um dia contarei. Tenho memórias de tudo um pouco do que experienciei.
Eu caí, mas levantei, eu sofri, sim tive os dias que sofri, mas um dia esqueci e eu cantei, eu dancei, eu de tanto rir trambolhei, eu fui tão eu, tão tola mas tão séria, tão divertida mas tão triste, viva quanto possível, eu vivi, tive os dias em que pensei que vivi demais até, jamais, jamais viverás de mais, vive, faz história e conta-a, conta aos teus amigos que quando cais te ris em vez de chorar, que quando as más línguas fazem de ti motivo para conversa, tu tens as boas a percorrer o teu corpo, que quando a tua mãe te dá um ralhete tu concordas com o que ela diz e até prometes não voltar a fazer, mas na semana a seguir faz igual porque sei que até gostas de a ouvir, erra, bate com a cabeça, diz o que pensas, com cuidado e até sem ele, mas diz porque podes não voltar a ter outra oportunidade como aquela para dizer, quando te sentires em baixo pela razão mais estupida, liga a alguém que te faça rir, vai sair, esquece-te da razão, numa festa dança em direção ás colunas e deixa a musica ensurdecer-te o coração de boas vibrações, mas dança sem pensar em opiniões alheias, solta-te, mexe-te ao sabor do que te deixa bem, fica confortável, faz do momento, O Momento, não tenhas medo de sentir, mas não te atires de cabeça, sentir tem que se lhe diga, mas nunca vais perceber o quão complexo na verdade é sentir, e se perceberes nunca vais conseguir explicar, sê genuíno, tu és tu e pronto, não tens de mudar pelo que te rodeia, tens sim de fazer entender que tu exatamente como és, vales e vales o quanto possas querer, escreve a tua história, mas põe os pontos nos "i", as vírgulas todas e não tenhas medo de pôr os pontos finais sempre que necessário.
Têm história as histórias que vivi, as que deixaram marcas, as feridas abertas e as cicatrizes mas são sinónimo de aventura, de conhecer e aprender, de viver.
Eu caí, mas levantei, eu sofri, sim tive os dias que sofri, mas um dia esqueci e eu cantei, eu dancei, eu de tanto rir trambolhei, eu fui tão eu, tão tola mas tão séria, tão divertida mas tão triste, viva quanto possível, eu vivi, tive os dias em que pensei que vivi demais até, jamais, jamais viverás de mais, vive, faz história e conta-a, conta aos teus amigos que quando cais te ris em vez de chorar, que quando as más línguas fazem de ti motivo para conversa, tu tens as boas a percorrer o teu corpo, que quando a tua mãe te dá um ralhete tu concordas com o que ela diz e até prometes não voltar a fazer, mas na semana a seguir faz igual porque sei que até gostas de a ouvir, erra, bate com a cabeça, diz o que pensas, com cuidado e até sem ele, mas diz porque podes não voltar a ter outra oportunidade como aquela para dizer, quando te sentires em baixo pela razão mais estupida, liga a alguém que te faça rir, vai sair, esquece-te da razão, numa festa dança em direção ás colunas e deixa a musica ensurdecer-te o coração de boas vibrações, mas dança sem pensar em opiniões alheias, solta-te, mexe-te ao sabor do que te deixa bem, fica confortável, faz do momento, O Momento, não tenhas medo de sentir, mas não te atires de cabeça, sentir tem que se lhe diga, mas nunca vais perceber o quão complexo na verdade é sentir, e se perceberes nunca vais conseguir explicar, sê genuíno, tu és tu e pronto, não tens de mudar pelo que te rodeia, tens sim de fazer entender que tu exatamente como és, vales e vales o quanto possas querer, escreve a tua história, mas põe os pontos nos "i", as vírgulas todas e não tenhas medo de pôr os pontos finais sempre que necessário.
Têm história as histórias que vivi, as que deixaram marcas, as feridas abertas e as cicatrizes mas são sinónimo de aventura, de conhecer e aprender, de viver.
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