E então? Agora que estás sozinha e não tens nada, atrás de quem te vais esconder? Já nem tens mais a tua velha cama com os lençóis desgastados, aqueles com que cobrias o teu medo, já não existem, não os tens.
E então? E agora como vai ser? Vais vaguear pelas ruas tão abandonadas como tu? Vais procurar nelas os velhos lençóis? E a cama? Aquela onde passavas noites em branco, com medo de não acordar? Vais percorrer as ruas até a encontrares é?
Será que me engano ao dizer que agora quando encontrares a cama, vais querer deitar-te nela, nua, assim mesmo, sem os lençóis, e vais passar a noite em branco a desejar não acordar?!
E então? Como vai ser?
Vais desistir não é?!
Como de repente já não te apetece acordar, fechas os olhos e queres dormir À força, custe o que custar, só não queres acordar. Como de repente já não tens nada nem ninguém para te afastar o medo, queres fujir da maneira mais fácil, queres entregar-te À escuridão da qual sempre te escondes-te.
Entrega-te então, mas, lembra-te que uma vez na escuridão, o mais improvável de acontecer é alguma vez conseguires ver um raio de luz.
E então? E agora como vai ser? Vais vaguear pelas ruas tão abandonadas como tu? Vais procurar nelas os velhos lençóis? E a cama? Aquela onde passavas noites em branco, com medo de não acordar? Vais percorrer as ruas até a encontrares é?
Será que me engano ao dizer que agora quando encontrares a cama, vais querer deitar-te nela, nua, assim mesmo, sem os lençóis, e vais passar a noite em branco a desejar não acordar?!
E então? Como vai ser?
Vais desistir não é?!
Como de repente já não te apetece acordar, fechas os olhos e queres dormir À força, custe o que custar, só não queres acordar. Como de repente já não tens nada nem ninguém para te afastar o medo, queres fujir da maneira mais fácil, queres entregar-te À escuridão da qual sempre te escondes-te.
Entrega-te então, mas, lembra-te que uma vez na escuridão, o mais improvável de acontecer é alguma vez conseguires ver um raio de luz.
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